domingo, 21 de maio de 2017

Gênesis 41 - José Interpreta os Sonhos do Faraó


A História do Velho Testamento (15)
José Interpreta os Sonhos do Faraó (Gênesis 41)


Período: 
  • Os Patriarcas



Eventos Principais: 
  • José interpretou os sonhos do Faraó, profetizando 7 anos de abundância seguidos por 7 anos de fome
  • Faraó escolheu José para ser o governador, administrando o mantimento do povo



Pessoas Importantes: 
  • José
  • Faraó



Conceitos Principais: 
  • Deus pode predizer o futuro, porque ele o controla
  • Deus sempre é fiel, e cumpre suas promessas
  • Deus recompensa os servos obedientes


A História: 
  • Depois de dois anos, Faraó sonhou e ninguém conseguiu interpretar seus sonhos:
  • No primeiro, sete vacas magras comeram sete vacas gordas
  • No segundo, sete espigas mirradas comeram sete espigas cheias e boas
  • O copeiro-chefe lembrou-se de José e contou para o rei a história de como ele interpretou o seu sonho e o do padeiro-chefe
  • Faraó chamou José, que disse que Deus interpretaria os sonhos
  • Faraó contou os seus sonhos José
  • Ele os interpretou, dizendo que haveria 7 anos de abundância seguidos por 7 anos de fome
  • Faraó escolheu José para ser governador sobre o Egito, administrando o fruto dos primeiros 7 anos para preparar para os outros anos.
  • José se casou e tinha dois filhos, Manassés e Efraim
  • Quando os anos de fome começaram, o Egito foi a única terra que tinha abundância de comida. Outros povos foram ao Egito para comprar mantimentos

Deus é fiel. Sempre!

por Dennis Allan
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sábado, 6 de maio de 2017

Gênesis 39 - 40 José no Egito: Escravo e Prisioneiro


A História do Velho Testamento (14)
José no Egito: Escravo e Prisioneiro

(Gênesis 39 - 40)



Período: 
  • Os Patriarcas



Eventos Principais: 
  • José serviu como escravo de Potifar
  • A mulher de Potifar o acusou falsamente e ele foi preso
  • Na prisão, José interpretou os sonhos de dois servos do rei



Pessoas Importantes: 
  • José


Conceitos Principais: 
  • Devemos ficar fiéis ao Senhor, apesar do lugar ou circunstância
  • Deus sempre é fiel, e cumpre suas promessas
  • Deus recompensa os servos obedientes


A História: 
  • Um oficial do Faraó, chamado Potifar, comprou José para ser seu escravo
  • José era um servo fiel, e ele foi elevado por seu senhor à posição de mordomo da casa de Potifar. Potifar confiava totalmente em José
  • A mulher de Potifar tentou fazer com que José pecasse, mas ele se recusou
  • José sabia que, mesmo depois de ser traído por seus irmãos, o servo do
  • Senhor sempre tem que o obedecer: "Como, pois, cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus?" (39:9)
  • A mulher de Potifar insistiu, e José fugiu para não cair no pecado
  • A mulher de Potifar mentiu, e acusou José falsamente
  • Potifar acreditou nas palavras de sua esposa, e mandou que José fosse preso
  • No cárcere, José continuou fiel ao Senhor, e foi colocado acima dos outros prisioneiros para tomar conta deles
  • Deus deu a José a habilidade para interpretar sonhos, e ele interpretou os sonhos de dois outros prisioneiros
  • O copeiro-chefe do rei: José disse que ele seria livre para servir ao rei de novo
  • O padeiro-chefe do rei: José disse que ele seria morto
  • Os sonhos foram cumpridos. O padeiro-chefe foi morto, e o copeiro-chefe voltou a servir ao rei

por Dennis Allan
estudosbíblicos

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Gênesis 37 - José e Seus Irmãos


A História do Velho Testamento (13) 
José e Seus Irmãos (Gênesis 37)


Período: 

  • Os Patriarcas 

Eventos Principais

  • Os sonhos de José 
  • Os irmãos de José o venderam para ser escravo no Egito 


Pessoas Importantes: 

  • Jacó 
  • José 
  • Os irmãos de José, especialmente 
  • Rúben e 
  • Judá  

Conceitos Principais: 

  • Deus cumpre suas promessas, mesmo quando parece impossível 
  • Devemos aceitar nossas circunstâncias e procurar servir a Deus em qualquer situação. 
  • Nossos pecados têm conseqüências, como vemos no caso de Jacó, o enganador 

A História: 

  • José levou más notícias dos seus irmãos a Jacó
  • Jacó amava mais a José do que aos outros filhos (e mostrou este amor com o presente que lhe deu: a túnica talar de mangas compridas) 
  • Os irmãos odiaram José
  • Ele teve dois sonhos e os contou para a família: 
  • Os feixes de trigo dos outros da família se inclinaram perante o feixe dele   
  • O sol, a lua, e onze estrelas se inclinaram perante José 
  • Os irmão ressentiram-se com os sonhos dele, e planejaram matá-lo  
  • Rúben tentou salvar José, convencendo os irmãos a lançá-lo numa cisterna. Ele pretendia voltar e livrá-lo depois.
  • Judá, também querendo salvar a vida de José, convenceu os outros de vendê- lo a uma caravana de ismaelitas, que o levaram para o Egito e o venderam lá para ser escravo de Potifar. 

  • Eles molharam a túnica de José no sangue de um bode, e a levaram a Jacó para que ele pensasse que José estava morto. 
  • Jacó lamentou por muitos anos, plenamente convencido que José tinha morrido



Observe como a inveja causa muitos problemas, especialmente entre irmãos Os irmãos venderam José porque o odiavam, mas nós veremos como Deus estava controlando tudo para cumprir suas promessas a Abraão. 
Jacó enganou seu pai com a pele de cabritos, e foi enganado por seus filhos com o sangue de um bode. O pecado tem suas conseqüências! 

por Dennis Allan,
em Resumos dos relatos históricos do Velho Testamento 

terça-feira, 21 de março de 2017

Gênesis 29, 35 - A Família de Jacó


A História do Velho Testamento (12) 

A Família de Jacó (Gênesis 29 - 35) 





Período: 

Os Patriarcas





Eventos Principais: 

Labão e Jacó tentaram ganhar vantagem, um sobre o outro 
Jacó trabalhou 14 anos por duas esposas 
Ele teve 12 filhos, conhecidos como "os patriarcas" ou pais das tribos de Israel 
Trabalhou mais 6 anos para acumular riquezas 
Depois, voltou para a terra dos pais, e se reconciliou com Esaú





Pessoas Importantes: 

Jacó 
Labão 
Raquel 
Lia 
Esaú 





Conceitos Principais:

Jacó, procurou ganhar bênçãos através do engano, mas enfrentou Labão, um homem esperto que o enganou várias vezes.
Mesmo assim, Deus o abençoou com 12 filhos e 1 filha, e com muitas riquezas 
Depois de 20 anos na terra do sogro, ele entendeu que estava lutando com Deus 






A História: 

Jacó, fugindo do irmão Esaú, foi para a terra do povo do Oriente, onde moravam os parentes da sua mãe 

Ele se encontrou com a linda Raquel, e concordou com o pai dela (Labão) em trabalhar 7 anos para ganhar o direito de casar-se com ela

Depois de 7 anos, Labão o enganou e lhe deu Lia, a irmã mais velha (e menos atraente) de Raquel 

Naquela época, era comum para um homem ter mais de uma esposa, então, Jacó se casou com Raquel, também, e trabalhou mais 7 anos para ganhar esta segunda esposa 

Depois, ele tomou mais duas mulheres, Bila e Zilpa 

Com estas 4 mulheres, ele teve 12 filhos (homens) e 1 filha 

Depois de servir ao sogro 14 anos para ganhar as esposas, ele trabalhou mais 6 anos e foi pago com gado e rebanhos. 

Ele se tornou muito rico, porque Deus o abençoou abundantemente 

No fim de 20 anos com o sogro, Jacó tomou toda a família, o gado e as posses e voltou para a terra dos seus pais 

No caminho, ele teve dois encontros importantes:

Com Esaú. Jacó enviou muitos presentes, imaginando que o irmão ainda pretendia matá-lo. Mas, Esaú o aceitou e o perdoou. Os irmãos se reconciliaram

Com Deus (32:22-32). Neste encontro, Jacó entendeu que estava lutando com Deus, e que ele sobreviveu pela graça de Deus. Ele foi ferido na luta, mas segurou até receber uma bênção de Deus. Deus mudou o nome dele de Jacó para Israel, que quer dizer "Quem Luta com Deus" 

Depois de voltar para a terra prometida, Israel foi a Betel (onde teve a visão da escada quando estava fugindo de Esaú 20 anos antes) e erigiu um altar. Lá, Deus repetiu a promessa da terra e da nação 

Raquel morreu em Belém, dando à luz ao caçula, Benjamim.



de estudosdabiblia
por Dennis Allan

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segunda-feira, 6 de março de 2017

Gênesis 25, 27, 28 - Jacó e Esaú

A História do Velho Testamento (11)
Jacó e Esaú (Gênesis 25, 27, 28)


Período: 
  • Os Patriarcas 

Eventos Principais: 
  • O nascimento de Esaú e Jacó 
  • Esaú vende o direito de primogenitura 
  • Isaque abençoa seus filhos 
  • Jacó foge de seu irmão


Pessoas Importantes
  • Isaque 
  • Rebeca 
  • Jacó 
  • Esaú


Conceitos Principais: 
  • Deus escolhe quem ele quer para cumprir suas promessas
  • Temos que confiar na sabedoria e no poder de Deus para cumprir os planos dele; não temos que interferir e "ajudar"! 
  • É errado enganar e odiar

A História: 
  • Isaque cresceu e se casou com Rebeca
  • Eles tiveram dois filhos, gêmeos: Esaú Jacó.
  • De acordo com o costume da época, o mais velho seria o mais importante. Mas Deus falou antes do nascimento deles que o mais novo (Jacó) seria o mais importante. Deus escolhe quem ele quer para cumprir suas promessas
  • Em vez de aceitar a promessa de Deus e confiar no Senhor (como Abraão tinha feito quando esperou o nascimento de Isaque por 25 anos), Jacó atrapalhou o plano de Deus, tentando "ajudar": Ele comprou o direito da primogenitura de Esaú por uma refeição. Ele e sua mãe, Rebeca, enganaram Isaque para ganhar a bênção maior (veja a história no capítulo 27)
  • Esaú odiou Jacó, e planejou matá-lo. Jacó fugiu para a terra do seu tio por causa das ameaças do seu irmão 
  • Em Betel, Deus apareceu a Jacó e repetiu a promessa que tinha dado a Abraão (28:13-15)
  • Jacó fez um voto importante (28:20-22)
por Dennis Allan em: Resumos dos relatos históricos do Velho Testamento
preparados para ajudar professores nas aulas a serem ministradas para crianças.
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

PERSONALIDADES BÍBLICAS - Amós e sua Missão


Amós e Sua Missão



Amós teve uma missão difícil. Este homem simples da terra de Judá foi enviado por Deus para a nação de Israel, durante o reinado próspero de Jeroboão II. A missão de Amós foi simples, mas difícil. Ele tinha a tarefa de alertar o povo que Deus estava prestes a destruir a nação rebelde de Israel (também conhecida como Samaria).


Quando Amós chegou a Israel, sua pregação parecia ridícula. Como poderia uma nação forte, vivendo no conforto e segurança do poder militar, ser tão rapidamente destruída? O reinado de Jeroboão II, no oitavo século a.C., foi o auge da prosperidade desta nação. A única outra época da história comparável foi 200 anos antes de Jeroboão II, durante o tempo de Davi e Salomão, dois dos reis mais abençoados por Deus. Como, então, um profeta de outra nação teria coragem de pregar sobre castigo iminente?


O povo ficou perturbado pela sombria mensagem deste pregador estrangeiro. Até mesmo os líderes religiosos, que deveriam compartilhar a nobre missão de Amós, rejeitaram a mensagem e o mensageiro. Um sacerdote chamado Amazias disse a ele que voltasse para seu próprio país e que nunca mais profetizasse em Israel (Amós 7:10-13).


Amós replicou: “Eu não sou profeta, nem discípulo de profeta, mas boieiro e colhedor de sicômoros. Mas o Senhor me tirou de após o gado e o Senhor me disse: Vai e profetiza ao meu povo de Israel. Ora, pois, ouve a palavra do Senhor. Tu dizes: Não profetizarás contra Israel, nem falarás contra a casa de Isaque. Portanto, assim diz o Senhor . . .” (Amós 7:14-17).


Amós não foi criado para ser um profeta. Ele não recebeu treinamento especial em alguma escola para a formação de profetas. Era apenas um homem comum que proclamou uma mensagem de Deus. Reis e sacerdotes não gostaram de sua mensagem, mas era a verdade.


Qual é a lição para hoje? Na nossa época, percebemos uma grande ênfase em credenciais carimbadas por homens e instituições humanas. Muitas pessoas dão ouvidos aos ensinamentos de pessoas formadas em teologia sem avaliar o conteúdo das suas mensagens. A teologia é o estudo de Deus. Todos nós devemos fazer teologia – ou seja, devemos estudar sobre Deus – todos os dias. Mas a posse de um diploma de uma instituição criada e mantida por homens não garante conhecimento de Deus e muito menos fidelidade para com o Senhor. Deus não está impressionado com os ensinamentos teológicos em seminários, e nunca exigiu isso dos seus servos. Importa conhecer a vontade de Deus, mas não importa se você aprende estas coisas numa sala de aula universitária ou sentada à mesa na sua própria casa.


Amós enfrentou uma outra atitude errada que ainda prevalece entre muitas pessoas hoje. Um homem não precisa da permissão de alguma autoridade eclesiástica para pregar o evangelho. Muitos líderes religiosos manipulam as pessoas, proibindo estudos não autorizados pela igreja ou que não tenham a “cobertura” de uma igreja. O que precisamos para ensinar a palavra de Deus é de uma dedicação inabalável à verdade da palavra de Deus, não a permissão de algum homem ou organização. No Novo Testamento, os apóstolos não estabeleceram seminários e faculdades para equipar os pregadores da palavra. Paulo ensinou que cada um que ouve deve transmitir a outros: “E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros” (2 Timóteo 2:2). O legado de Pedro não foi uma universidade de teologia, e sim a palavra escrita para o benefício de todos que viriam depois: “Mas, de minha parte, esforçar-me-ei, diligentemente, por fazer que, a todo tempo, mesmo depois da minha partida, conserveis lembrança de tudo” (2 Pedro 1:15).



Vamos esquecer-nos de vazias credenciais humanas e insistir na pregação nítida da palavra inspirada por Deus. Esta é a verdade que nos libertará (João 8:32).



-por Dennis Allan


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